Claro de Luna

sábado, 24 de abril de 2010

Apartir de hoje postarei ideias e pensamentos tambem.



Não sei por que meus dias são orquestrados, sinto uma efêmera dor que me traga por dentro.
Sinto-me vazio, vazio de mim.
Sempre pondera-me o tempo como perdido, eu perdendo a linha de mim mesmo.
É como perder um trem e velo avassalar estrada a fora.
Às vezes quase por sempre sinto-me prisão, cárcere de minha alma.
Posso ser o arquiteto de minha desventura, não nego minha culpa em ter entrado nesse caldeirão alucinógeno de solidão. Apenas gostaria que alguém ouvisse que me dói demasiadamente esse percalço.
Se alguém tiver a oportunidade de se livrar desse inquilino por horas estapafúrdio: Livre-se
Não torne-se um promontório desolado e incoercível como Eu.

Um comentário:

Allef S. Loureiro disse...

"É como perder um trem e velo avassalar estrada a fora.
Às vezes quase por sempre sinto-me prisão, cárcere de minha alma."
Senti-me intensamente exposto quando li este trecho. É lindo, intenso, bem escrito e as palavras estão nos seus devidos lugares.
Muito bom, conquistou um árduo leitor, não sairei mais daqui.
Abraços.