Claro de Luna

segunda-feira, 15 de fevereiro de 2010

Sinopse


Olhando meu relógio estadista
Observei atento a ampulheta de meu tempo corrosivo,
Percebi que sempre precisei de tempo
E minha vida nunca me deu ouvidos.
Eu chorei quando mais perecia a angustia,
O vasio de nunca ter se sentido.
(Afinal qual das horas ingratas da vida...
o homem pode ser jugado vencido?)
Calamidade de vida contemporânea,
ou a fadiga de um auspicio antigo?.
Derramei essa taça salobra de sanidade
As minhas quimeras ensandecidas de sede.
Ameigei uma cura ineficavel, a uma antítese coagulada estridente.
Prostei meu escárnio na face
A dor que me agoura no peito,
Enquanto todos renascem na alegria de uma ilusão imutável
Eu aos solavancos me junto entre destroços, os cacos.